Smolianoff: O Cálice de Um Judeu

Smocapa

Smolianoff: O Cálice de Um Judeu
Autora: Magaly Amaral da Costa
Organização: Rafael Machado Costa
Fotografia: Filipe Conde
Lançamento: 2017
Tamanho: 14 cm x 20 cm
232 páginas
Sinopse: Salomon Sporoschinskaja Smolianoff (1897-1976) nasceu em Kremenchuk e frequentou a Academia de Artes de Odessa, onde recebeu o Primeiro Prêmio de Pintura e uma viagem de estudos para Pretrogrado. A instabilidade política do pós-revolução o motivou a deixar a União Soviética e ir para a Alemanha. Lá, passou a usar sua perícia artística para falsificar dinheiro, financiando a fuga de famílias judias da União Soviética que buscavam melhores condições de vida. Por anos, suas notas falsas circularam por toda a Europa sem ser percebidas, até que, quando finalmente foi capturado, recebeu o título de “O Rei dos Falsários”. Após sair da prisão, jurou jamais voltar a produzir dinheiro falso, mas foi novamente encarcerado, desta vez pelo crime de ser judeu em plena Alemanha nazista. Passou pelos horrores do campo de concentração de Mauthausen e só sobreviveu devido à utilidade de suas habilidades como retratista. Isso até que suas outras habilidades foram reconhecidas, e acabou sendo obrigado a colaborar com Operação Bernhard, a maior produção e infiltração de dinheiro falso já feita, com o intuito de destruir a economia dos países aliados e financiar as negociações alemãs. Finda a guerra, teve de fugir da Europa buscando uma nova vida e acabou se instalando em Porto Alegre, no Brasil, onde viveu como artista e fabricante de brinquedos.
Artista, falsário, sobrevivente… Você pode ter conhecido a história da Sali Smolianoff através de outras fontes, como o longa vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro Os Falsários (2007), mas esta é a primeira vez que sua história e contada pelo seu próprio ponto de vista, conforme relatos feitos à sua assistente enquanto morava no Brasil.


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